A grande Peste
Comeca no Parlamento, caminha ate a Basilica de Santo Estevao e sobe a cupula. Passeia pela avenida Andrassy e termina com langos e compras de paprica no Grande Mercado Central.
Budapeste divide-se entre a Buda montanhosa e historica e a Peste plana e agitada, cosidas pelas pontes sobre o Danubio. Do Bastiao dos Pescadores olhas para o Parlamento, nas termas mergulhas em agua fumegante e, ao anoitecer, os ruin bars enchem-se.
A capital hungara e surpreendentemente barata para tanta grandiosidade: cafes sumptuosos, robusta sopa de goulash e vinho de Tokaj. Dois ou tres dias chegam para o essencial, mas o ritmo tranquilo convida a ficar.
Comeca no Parlamento, caminha ate a Basilica de Santo Estevao e sobe a cupula. Passeia pela avenida Andrassy e termina com langos e compras de paprica no Grande Mercado Central.
Sobe de funicular ate a Colina do Castelo para explorar o palacio e o Bastiao dos Pescadores e apreciar a vista. A tarde, sobe a colina Gellert e depois descontrai nas termas Rudas ou Gellert.
De manha, mergulha nas Termas Szechenyi no Parque da Cidade e passa pela Praca dos Herois. Fecha a noite com uma ronda pelos ruin bars do distrito VII, comecando no Szimpla Kert.
As sete torres de conto do bastiao evocam as sete tribos magiares e emolduram a melhor vista sobre o Parlamento e o Danubio. Os terracos inferiores sao gratuitos; so as torres superiores exigem bilhete.
O Parlamento neogotico na margem do Danubio e um dos maiores do mundo e guarda no interior as joias da coroa hungara. Reserva a visita guiada online com antecedencia, pois os melhores horarios esgotam depressa.
As Szechenyi neobarrocas sao um dos maiores complexos termais da Europa, com tres piscinas exteriores fumegantes onde os locais jogam xadrez em pleno inverno. Leva chinelos e reserva uma cabine online para evitar a fila.
A subida ate a Estatua da Liberdade, no topo da colina Gellert, recompensa com o panorama mais amplo sobre as duas metades da cidade. Sobe ao por do sol e desce pela iluminada Ponte das Correntes, a ligacao iconica entre Buda e Peste.
Nos patios do distrito VII, casas em ruinas renasceram como os famosos ruin bars da cidade, liderados pelo repleto e iluminado Szimpla Kert. Chega ao inicio da noite para apanhar o patio antes da multidao; aos domingos instala-se um mercado de produtores.
Erguido em 1897 em ferro e tijolo, na ponta de Peste da Ponte da Liberdade, o Grande Mercado Central e a melhor introducao a cultura gastronomica hungara. No res do chao empilham-se paprica e salame; no piso de cima crepitam as bancas de langos.
O elegante coracao de Peste e a base mais comoda para uma primeira visita, com a Basilica, o Parlamento e a Ponte das Correntes a distancia de um passeio. Cafes, boutiques e a alameda de Vaci utca ficam mesmo a porta.
O antigo bairro judeu e o coracao pulsante da vida noturna, cheio de ruin bars, comida de rua e arte urbana. Fica aqui se gostas de estar no meio da agitacao ate tarde.
Vielas de calcada na Colina do Castelo, em torno do palacio e do Bastiao dos Pescadores, tranquilas e cheias de miradouros. Esvazia-se ao anoitecer, por isso o nascer do sol e quase so teu.
Estende-se ao longo da imponente avenida Andrassy, com a Opera e a Casa do Terror, servida pela historica linha M1. Boa mistura de cultura, restaurantes e localizacao central.
Nao um guisado espesso, mas um caldo de vaca encorpado com batata, cenoura e massinha csipetke, temperado com paprica. Procura-o num etterem classico e nao numa armadilha para turistas.
Massa levedada frita, pincelada a moda classica com agua de alho e coberta com natas azedas e queijo ralado. As bancas do piso superior do Grande Mercado Central sao uma aposta segura.
Uma fita de massa enrolada num espeto de madeira e assada sobre brasas ate o acucar caramelizar numa crosta estaladica. A versao de canela e o classico por bons motivos.
Frango tenro num molho cremoso de paprica e natas azedas, servido com nokedli, umas massinhas fofas. A robusta cozinha caseira hungara no seu melhor.
A primavera e o outono sao ideais: clima ameno, margens em flor ou douradas e menos multidoes. O verao e quente e animado, com festivais, enquanto o Advento torna os mercados de Natal e as termas fumegantes especialmente magicos.
O centro percorre-se a pe, apoiado por quatro linhas de metro, eletricos e autocarros; o eletrico amarelo numero 2 acompanha o Danubio no trajeto mais bonito. Um passe de 72 horas compensa, e valida sempre o bilhete de papel assim que entras. Os autocarros noturnos cobrem as horas apos o fecho do metro, por volta das 23h30.
Um orçamento diário realista por pessoa, em três estilos.
Budapeste é uma cidade com um custo de vida acessível.